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  • Marly Souto

PRONTO PARA A GESTÃO REMOTA?





Tem sido exaustivamente falado sobre os novos desafios que a pandemia trouxe para a gestão das empresas e equipes, para a manutenção da produtividade e entrega ao cliente e para a promoção do trabalho em equipe.


Muito se fala hoje no contexto VUCA - Volátil, Incerto (do Inglês “Uncertain”), Complexo e Ambíguo. Esse contexto parece assustador, pois a necessidade de se lidar com um Novo com estas características não parece nada fácil.


Contudo, esse contexto pode ser minimizado, se gestores e equipes perceberem que, apesar de isolados, podem estar muito mais conectados. Para tanto, há que se desenvolver uma gestão próxima, acompanhando tarefas e produtividade com processos claros e ferramentas digitais, através de reuniões diárias e rápidas. Algumas ações nesse sentido certamente minimizarão essas dificuldades e o nível das relações dentro das empresas terá dado um salto qualitativo em direção à sua maturidade.


Neste momento e daqui para frente, quais os desafios principais de todas as empresas? Certamente já é e será o trabalho remoto e a transformação digital. O diferencial entre elas será o modo como essa gestão será feita: se de forma inovadora e eficaz ou mantendo valores antigos como o microgerenciamento e controles excessivos (grande causador de desmotivação e inibição de talentos).


A equipe, juntamente com seu gestor, deve refletir sobre os seguintes pontos:

* Nossos processos de trabalho estão coerentes com o trabalho remoto?

* Como nos manteremos produtivos e engajados?

* Como manteremos as entregas?


Porém, por mais que se fale, é necessário enfatizar pontos que às vezes parecem óbvios, mas que são deixados de lado. É necessário pensar assertivamente e descomplicar. Líderes e equipes devem focar nos objetivos. Agora, mais do que nunca, o mais importante é conseguir produzir e entregar, cumprir objetivos. Confiar, delegar, monitorar e apoiar parecem ser agora cruciais nos processos de gestão remota.


A adoção de algumas práticas simples facilita todo esse processo:

* Cuidar para que a comunicação sobre os objetivos corporativos e individuais estejam claros;

* Manter regras e políticas explícitas (transparência);

* Colocar todos da equipe na mesma página;

* Adotar ferramentas interativas que melhoram a produtividade;

* Realizar reuniões produtivas onde haja um facilitador, mantendo o foco;

* Acompanhar performances e dificuldades individuais.

O propósito precisa pulsar em tudo que envolve as demandas que precisam ser entregues” (Práticas Ágeis Para Gerenciamento Remoto - e-book MJV).


Aliado a todos esses aspectos de gestão moderna como confiança, delegação, monitoramento e apoio, é necessário que as empresas estejam antenadas nos aspectos legais de todo esse movimento. É muito importante ter clareza do que é permitido, do que é obrigatório, se há penalização por algum descumprimento e quais as opções que a lei prevê.


O Governo Federal ofereceu várias soluções emergenciais para empregados e empregadores, proporcionando um fôlego financeiro às empresas, minimizando demissões em massa, como, por exemplo, redução proporcional do salário e jornada (com a contrapartida do governo), suspensão do contrato de trabalho, também com direito ao pagamento emergencial, redução das alíquotas do sistema “S” em 1,25%, parcelamento do FGTS, férias antecipadas, negociações individuais, etc.


Neste contexto, a palavra de ordem é COLABORAÇÃO. É uma grande chance para amadurecer as relações trabalhistas, para que se possa manter bons resultados e, consequentemente, os empregos. Afinal, não há empregado sem empregador e não há empregador sem empregado.


É muito importante que quaisquer que sejam as ações que a empresa escolha tomar, tudo deve estar alinhado à sua cultura, para que não haja atritos e consequente impacto na imagem da empresa como boa empregadora e, principalmente, com o menor impacto possível para o cliente.





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